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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Você sabia? Uso intenso de smartphones provoca alteração no cérebro


A utilização intensa de certos tipos de telefones celulares está provocando uma alteração no cérebro de usuários pela adaptação à nova atividade motora. A conclusão faz parte de um estudo feito pelo Instituto de Neuroinformática da Universidade de Zurique, que analisou as reações de um grupo de 37 voluntários.

Segundo os pesquisadores, os cérebros dos usuários dos chamados smartphones estão sendo alterados pela operação repetida das telas de toque.

Para medir a atividade cerebral do grupo, os cientistas utilizaram a técnica conhecida como eletroencefalografia ou EEG na sigla em inglês. Eles perceberam diferenças marcantes entre os usuários de smartphones e aqueles que utilizavam celulares "convencionais".

Analisando os resultados do EEG, os cientistas concluíram que os usuários de smartphones demonstravam maior destreza no uso dos dedos.

Dos 37 voluntários, 26 eram usuários de smartphones com telas de toque e 11 se mantinham fieis aos modelos mais antiquados de celulares.



O teste de EEG monitorou os impulsos elétricos trocados entre o cérebro e as mãos dos indivíduos através dos nervos.

A atividade foi monitorada por diversos eletrodos colocados no couro cabeludo de cada voluntário, capazes de captar esta troca de mensagens na forma sensorial.

A partir dessas informações, os pesquisadores puderam criar um "mapa" que indica a porção do tecido cerebral dedicada à operação de uma determinada parte do corpo.

Os resultados revelaram diferenças distintas entre os usuários de smartphones com telas de toque e os que usam telefones celulares convencionais.

Os usuários de smartphones apresentaram maior atividade cerebral em resposta aos toques dados na tela dos aparelhos pelos dedos médio, polegar e indicador.

E, aparentemente, isto está ligado à frequência com que se usa o smartphone - quanto mais frequente é o uso, maior é a resposta registrada pelo EEG.

Segundo os cientistas, o resultado - publicado na revista científica Current Biology - faz sentido, uma vez que o cérebro é maleável e, portanto, pode ser moldado pela utilização prática repetidamente.

Eles citam como exemplo os violinistas, que têm a área do cérebro dedicada ao controle dos dedos usados para tocar o instrumento maior do que a mesma área do cérebro de alguém que não toca violino.

Os pesquisadores acreditam que o mesmo está acontecendo com os usuários de smartphone - eles estariam tendo seus cérebros "esculpidos" pelo uso repetido pelos toques nas telas dos aparelhos.

Arko Ghosh, que liderou o grupo de pesquisadores da Universidade de Zurique, disse que ficou surpreso pela "escala das mudanças introduzidas (no cérebro) pelo uso de smartphones".

Ele acrescentou que o estudo reforça a ideia de que a onipresença dos smartphones está tendo um grande efeito na nossa vida cotidiana.
Fonte: BBC
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domingo, 6 de abril de 2014

App de mensagens que dispensa internet chega ao Android



ATUALIZADA ÀS 15H20

Muitas pessoas relataram dificuldades para utilizar o aplicativo, que funciona por meio de bluetooth ou wi-fi. Nos dois casos é preciso habilitar o recurso escolhido, clicar em "Nearby" e aproximar os celulares para que o software os reconheça. Assim que aparecer a mensagem "2 people chatting", basta iniciar a conversa, que deverá funcionar normalmente num raio de até 30 metros. Há também a possibilidade de acompanhar as mensagens postadas por todas as pessoas que estão logadas no app, no campo "Everyone".

O aplicativo FireChat - que permite aos usuários enviar mensagens sem internet ou redes móveis - chega hoje ao Android, duas semanas após ter sido lançado para iPhones. O serviço conecta aparelhos num raio de 30 metros por meio de wi-fi ou bluetooth e se faz útil em lugares com dificuldades de recepção de sinal, como dentro do metrô. Clique aqui para baixar o app, que é gratuito.

Além do ganho óbvio da não-necessidade de internet, o aplicativo também é interessante para quem se preocupa com a segurança. Isso porque o serviço não envia as mensagens para um servidor central antes de elas chegarem ao destino, tranquilizando os que temem a espionagem de suas conversas.

Ainda não é possível estabelecer comunicação entre dispositivos Android e iOS. Apesar disso, a desenvolvedora Open Garden diz que trabalha para integrar as duas plataformas em um futuro próximo.

A ideia é criar uma corrente de celulares que poderiam se comunicar por quilômetros sem internet, conceito conhecido como rede em malha. Este tipo de rede poderia ser utilizada em locais com forte controle da internet, a exemplo de China e Coreia do Norte, ou em países em estado de guerra civil. 

Também seria um recurso útil no caso de desastres, como tsunamis e terremotos que prejudiquem os sistemas de comunicação.
Micha Benoliel, CEO da Open Garden, diz que a popularização destas redes em malha se tornará viável graças ao crescimento nas vendas de aparelhos com Android, que em geral mais baratos. "Precisamos criar pequenas internets que funcionem por si próprias e então conectá-las à grande internet”.

POR: PabloTube

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terça-feira, 1 de abril de 2014

1º de abril: Google revela mão robótica para digitar em tablets


O 1º de abril é uma data curiosa para o mundo da tecnologia, onde empresas anunciam inúmeros produtos fantasiosos que nunca se tornarão realidade. O Google é mestre nisso, e aproveitou a data para mostrar a Magic Hand, um novo método de interagir com celulares e tablets.

O projeto fictício da Magic Hand foi pensado para que o usuário nunca mais precisasse encostar na tela dos aparelhos para interagir com o aparelho, evitando problemas com unhas compridas, mãos engorduradas, etc. Em vez disso, ele pode usar uma mão robótica para realizar as tarefas.

Ela seria capaz de reconhecer as teclas do dispositivo e seria controlado por um joystick. Também seria possível conectar a Magic Hand a um teclado físico comum, transformando os comandos em ações na tela do dispositivo móvel.
O aparelho, que pesa fictícios 800 gramas, teria várias versões para que o usuário decida qual é a melhor forma de utilizá-lo. Ele poderia ser adquirido em suas edições destra e canhota e seria lançado na versão “polegar”, “mindinho”, “pata de gato” e “coçador de costas”.

Confira o vídeo abaixo, para entender melhor a ideia. Ele está em japonês, mas é perfeitamente possívels entender o que ele quer dizer. No entanto, se preferir, ative as legendas em inglês, caso o idioma nipônico não seja sua segunda língua.


POR: PabloTube

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Diretor do Android diz que sistema não foi criado para ser seguro


O Android tem algumas vantagens interessantes em relação aos concorrentes, que incluem personalização e abertura, mas segurança não é uma delas. Sundar Pichai, chefe da divisão responsável pelo sistema no Google, concorda com isso, mas minimiza a situação.

Durante a Mobile World Congress, em Barcelona, Pichai declarou que a popularidade do sistema operacional pesa muito na hora da distribuição de malware, considerando as pesquisas recentes de que mais 90% dos vírus para celulares miram os dispositivos com Android.

"Quando as pessoas falam nesse número, elas devem levar em consideração que é o sistema operacional móvel mais popular do mundo. Se eu tivesse uma empresa dedicada a malware, eu estaria direcionando meus ataques ao Android", afirma ele quando questionado sobre o assunto, relata o FrAndroid.

Entretanto, ele também deu uma declaração interessante. "Nós não podemos garantir que o Android foi criado para ser seguro; o formato foi criado para dar mais liberdade", afirmou ele.

POR: Pablotube30

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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Samsung anuncia quais aparelhos receberão o Android KitKat


Aos poucos, as fabricantes começam a trazer seus usuários para a era do Android 4.4 (KitKat). Agora é a vez da Samsung anunciar quais de seus celulares receberão a atualização. São 14 dispositivos da linha Galaxy que serão atualizados.

Alguns já começaram a receber a nova versão do sistema operacional, enquanto outros demorarão um pouco mais. Como já é tradição, os aparelhos top de linha como o Galaxy S4 e o Note 3 receberão primeiro.
Já os outros da lista também terão acesso ao update, mas certamente o processo será mais demorado. A Samsung também faz o alerta que a atualização também depende da operadora de celular, então os aparelhos que tem vínculo com alguma empresa deverão demorar um pouco mais.

Confira a lista abaixo e veja se o seu aparelho está incluso: 

- Samsung Galaxy Note 3
- Samsung Galaxy Note 2
- Samsung Galaxy S4
- Samsung Galaxy S4 Mini
- Samsung Galaxy S4 Active
- Samsung Galaxy S4 Zoom
- Samsung Galaxy S3
- Samsung Galaxy S3 Mini
- Samsung Galaxy Mega
- Samsung Galaxy Light
- Samsung Galaxy Note 8.0
- Samsung Galaxy Tab 3
- Samsung Galaxy Note 10.1
- Samsung Galaxy Note 10.1 (2014)

Agora é só conferir se o seu aparelho está na lista.

POR: Pablotube30

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

10 empresas tecnológicas que chegaram atrasadas ao mercado


Separamos alguns bons exemplos de companhias que não conseguiram acompanhar as tendências e, mesmo tendo boas ideias, tiveram prejuízos


O mercado tecnológico funciona em velocidade muito acelerada. Não é à toa que muita gente reclama dos lançamentos de celulares, placas de vídeo e outros gadgets que surgem todo ano.
Agora, pense que tudo o que chega até você é projetado, fabricado e testado anos antes da comercialização. Às vezes, é preciso dois, três ou até cinco anos para que algo saia do papel.
É justamente durante esse período que algumas empresas, conforme dizem no popular, “dormem no ponto” e perdem o bonde. A história já é de longa data e uma companhia nunca aprende com o erro da outra.
Com ideias geniais, que passaram por todo um processo de desenvolvimento, pesquisa, adaptação, design e longos estudos, as fabricantes tendem a apostar suas fichas para que um determinado projeto possa ser executado até o fim e seja o mais rentável possível.
Acontece que nem sempre o mercado reage da forma esperada. Nenhuma companhia está livre de falhas e, quando as decisões dependem do consumidor, que pode aceitar ou rejeitar um produto, todo o cenário muda de figura. Hoje, vamos conferir algumas das tantas empresas que já experimentaram o gosto da derrota por insistirem em ideias sem futuro.

1. RIM

Para começar bem nossa lista, temos uma das maiores fabricantes de telefones celulares do mundo — quer dizer, ela era uma até que teve a ideia de não acompanhar o mercado. A RIM (Research In Motion) reinou por muito tempo com seus aparelhos especialmente voltados ao mercado corporativo.

O teclado dos aparelhos BlackBerry foi inegavelmente um grande marco na história dos dispositivos mobile, mas uma única inovação não é capaz de manter uma empresa por muitos anos no topo. Devido à insistência em seus aparelhos antiquados, a RIM foi perdendo mercado aos poucos.
Recentemente, a companhia lançou o Z10, aparelho que vem com tela grande, sem teclado físico e com uma configuração de hardware poderosa. Apesar de finalmente criar um gadget competitivo, a BlackBerry acabou vendo que toda sua estratégia foi muito errada ao longo dos anos, algo que culminou em um grande prejuízo que quase a levou à falência.

2. Nokia

Ninguém pode negar que a Nokia pisou feio na bola durante um bom tempo. Assim como a BlackBerry, a ideia da fabricante finlandesa era se manter firme no mercado com seu próprio sistema e seus softwares inovadores.

Infelizmente, o Symbian foi de mal a pior e nunca foi capaz de se igualar aos concorrentes. Mesmo tendo uma imensidão de apps, o software adquirido pela Nokia simplesmente não tinha os requisitos necessários para competir.
Resultado: após longos anos de insistência, a Nokia se convenceu de que o melhor era apostar em um sistema de terceiros — no caso, o Windows Phone. Muitos desacreditaram e desdenharam dos produtos, mas o sistema da Microsoft realmente surpreendeu e foi capaz de conquistar o público. Hoje, a Nokia é da Microsoft e os negócios vão bem.

3. Microsoft

Nascido lá em 2000, o Windows Mobile era um grande sucesso, principalmente porque oferecia o pacote Office e tinha interface similar à do sistema operacional para computadores. O software da Microsoft evoluiu com o passar dos anos e recebeu compatibilidade com as mais recentes tecnologias, mas isso não foi suficiente para fazê-lo ter chances contra o iOS.

Apesar de notar que a Apple tinha virado o jogo, a Microsoft resolveu insistir em seu antigo sistema para portáteis. Acontece, contudo, que a companhia não havia percebido que outro grande concorrente estava na jogada: o Android. Finalmente, a Microsoft lançou o Windows Phone em 2010, mas, aparentemente, já era muito tarde.
O sistema que hoje está se reerguendo não teve muita chance contra o iOS e o Android. O produto da Apple era forte e continua vendendo bem, enquanto o software da Google — que não era grande coisa — cresceu e se tornou o sistema dominante. Felizmente, a Nokia salvou a Microsoft, que agora vai lançar mais uma importante atualização para o WP.

4. AMD

Quem conhece a AMD de hoje não sabe que ela foi responsável por diversas inovações nos processadores. A companhia, que já foi conhecida pelo alto desempenho que oferecia em jogos e aplicativos robustos, teve seu sucesso abalado com o passar dos anos. Ao apostar em uma arquitetura que não era competitiva o suficiente (Bulldozer), a empresa perdeu mercado.

A falta de uma boa atuação da AMD no setor de marketing e de parcerias levou a Intel  a ter espaço de sobra para fazer o que bem quisesse com o mercado. A sobrevivência da AMD veio principalmente das placas de vídeo e dos preços que são bem competitivos.
Hoje, a AMD está em ascensão novamente com suas APUs (uma ideia que a empresa vem trazendo de longa data) que são capazes de superar os produtos de mesma categoria da Intel. Além disso, a fabricante ganhou notoriedade ao equipar o PlayStation 4, o Xbox One e o Wii U com seus componentes.

5. Intel

A Intel é dominante no setor de processadores para computadores, mas a companhia não teve a sacada de apostar cedo no setor mobile. Depois de alguns anos de Android, vimos um ou outro gadget com processadores Intel, porém a empresa jamais deixou de fazer questão de continuar com sua arquitetura x86 no setor dos portáteis.

Além disso, a inovação em processamento gráfico também não foi algo que a empresa levou a sério. Apesar de ter evoluído consideravelmente, a companhia não tem chance contra a AMD. Claro, a Intel não fracassou exatamente, mas com certeza ela demorou um bocado para investir nessas duas áreas em que ela demonstra grande interesse.

6. SEGA

A SEGA fez tudo certinho. Tinha seus próprios consoles, seus jogos de sucesso e boas ideias para dominar o mercado. O Dreamcast não foi o sucesso que a companhia esperava no Oriente, mas apresentou ótimos resultados no Ocidente. Na verdade, todos sabem que este era um console que estava à frente de sua época.

Infelizmente, mesmo tendo os ingredientes corretos e recursos que as concorrentes não tinham, o Dreamcast acabou não aguentando o sucesso do PlayStation 2. Com a Nintendo e a Microsoft na jogada, a situação foi de mal a pior e o video game foi abandonado em 2001. De lá para cá, a SEGA vem produzindo games e tem mostrado ótimos jogos e bons resultados financeiros.

7. Nintendo

A dona do Mario sempre foi uma empresa inovadora e adorada por uma legião de fãs. Ao longo de sua carreira, a companhia teve alguns altos e baixos. Alguns erros foram notáveis, mas, para cada mancada, a empresa sempre tinha uma carta na manga.
A verdade é que, depois que o Wii foi um tremendo sucesso de vendas, a Nintendo acreditou realmente que a diversão era tudo o que importava. Assim, a companhia investiu em um hardware  mais simples (no mesmo nível do PS3 e Xbox 360) e em um tablet proprietário. Resultado: o Wii U está levando a Nintendo para o buraco.

Nem tudo está perdido, mas a companhia parece um pouco desorientada e tem até ideia de apostar na área da saúde. Não há como prever como ela reagir, porém não há dúvidas de que o setor portátil é a grande salvação. De qualquer forma, se nada der certo, a Nintendo pode seguir o caminho da SEGA.

8. Blockbuster

Não é novidade alguma que as locadoras estão falindo. Devido aos inúmeros meios de download, planos de TV a cabo e serviços de streaming, os negócios ficaram difíceis para muitos estabelecimentos que apostavam no aluguel de DVDs e Blu-rays. A Blockbuster é uma dessas locadoras que acabou vendo seu império ir pelo ralo.
O problema é que, enquanto o fechamento de uma locadora de bairro tem um prejuízo considerável e força uma pessoa a arranjar um novo emprego, a falência da Blockbuster significa a perda de milhões de dólares, afinal, trata-se da maior rede de locadoras dos Estados Unidos. O problema nesse caso especificamente não são as atitudes do consumidor, mas a falta de posicionamento da empresa.

A Blockbuster sabia desde o começo que os meios digitais poderiam abalar seus negócios, e considerando que tinha condições financeiras, ela poderia muito bem adquirir a Netflix ou abrir uma rede concorrente que teria chances de dominar facilmente o mercado, ainda mais se a companhia tivesse a ideia de levar seus clientes para o serviço digital. Só para constar: ano passado, a Blockbuster fechou suas últimas lojas e apostou no serviço Blockbuster On Demand.

9. Kodak

O ramo da fotografia sempre foi muito competitivo, e a Kodak foi uma das primeiras a entrar na área (George Eastman fundou a empresa e também foi o inventor do filme fotográfico). Dominante por muitos anos, a empresa resolveu não embarcar na área da fotografia digital, algo que lhe custou muito caro.

Com poucas inovações e incapaz de competir com outras grandes marcas do segmento, a Kodak acabou desistindo da fabricação de câmeras. A empresa não faliu ainda, mas está sempre lutando para evitar que isso ocorra. Hoje, ela trabalha com impressão e produtos voltados ao ramo do entretenimento.

10. Palm

Para finalizar nossa lista, temos a presença da ilustre Palm. A empresa conhecida por seus PDAs e celulares teve um rumo semelhante ao da BlackBerry. Ao insistir demasiadamente em recursos que não atraíam mais a atenção do consumidor, a companhia começou a perder notoriedade.

De vez em quando, a Palm surgia com alguma boa ideia, inclusive quando lançou o sistema webOS que era recheado de promessas (que hoje é utilizado nas TVs da LG). Em 2010, a HP acabou comprando a Palm, que estava à beira da falência por não ter acompanhado os demais smartphones e gadgets do mercado.

Um mundo muito concorrido

Como você pode ver, manter uma empresa tecnológica sempre ativa no mercado é algo muito difícil, principalmente porque é complicado prever as tendências e realizar os movimentos corretos. Poucas empresas de nossa lista realmente foram fechadas, mas algumas tiveram prejuízos significativos.
A verdade é que o consumidor é imprevisível e somente as fabricantes mais versáteis acabam tendo chances. Muitas companhias realmente foram cabeças-duras, mas nem sempre as ideias que elas tinham eram ruins ou foram os fatores principais que as levaram ao fracasso. Você sabe de outros casos semelhantes? Gostava de algum desses produtos que não fez sucesso?